Erick Ricarte aproveita fim de semana para fazer network no Rio de Janeiro

A convite do amigo ator Caio Pozes, que está no ar na novela “Amor sem igual”, da Record TV, e da bailarina Alana Oliveira, o ex-integrante do Pânico, conhecido pelo público como “Bunda Gorda”, aproveitou os dias no Rio de Janeiro para se divertir e ao mesmo tempo trabalhar.

Erick Ricarte esteve também na inauguração da clínica DermaVip Recreio ao lado das ex-BBBs Renata Dávila e Amanda Gontijo. Além disso, também marcou presença no restaurante Katmandu com a amiga Fernanda Lacerda, eternamente conhecida como “Mendigata”, do programa Pânico. O jornalista e ator aproveitou o passeio para conferir a nova coleção lançada pela artista Lilian Albuquerque.

Segundo o jornalista, foram dias intensos de aprendizados, enquanto o “novo normal” está sendo respeitado na cidade maravilhosa: “No Hotel Nacional, onde estive hospedado, as normas de segurança por conta do Covid-19 estão sendo seguidas à risca, por conta da segunda onda agora da pandemia. O hotel está cumprindo todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), desde a arrumação, como o respeito ao distanciamento social, com medição de temperatura, além do fornecimento de máscara e álcool em gel”, conta.

Pandemia ainda não acabou

Erick Ricarte detalha que é “muito difícil passarmos por esse período. Penso que o brasileiro precisa ficar e focar mais no país que vive. Eu amo viajar pelo Brasil, principalmente pelo Nordeste. Por isso, creio que deveria existir mais incentivo ao turismo. A economia está passando por um período difícil atualmente”. Ele conta que que esteve “conversando com um amigo do ramo da construção, o Nestor Rocha Filho, e sabemos que o meio hoteleiro, turismo e eventos estão sendo os mais prejudicados”.

Divulgação / MF Press Global

No começo da pandemia, ele recorda, “minha saúde mental ficou abalada, porque a maioria dos clientes não conseguiram continuar nos publiposts, vivendo de eventos. Fico pensando nas famílias que precisam sobreviver com o sustento de eventos de forma direta e indireta.  São milhares de empregos no país nesta área. Mas, infelizmente, é um caso muito difícil, por que se não morre de Covid-19, a pessoa pode morrer de fome?”, questiona.

Artistas fora de cena

O eterno “Bunda Gorda” do programa Pânico lamenta que os artistas  dependam dos palcos para sobreviver, “porque são poucos os que ganham cachês altos e contratos milionários”. A maioria deles, ele detalha, “vive em condições mínimas que é pagar aluguel e comida. Muitos nem isso está conseguindo, atualmente. É triste ver a situação da população com tanto sofrimento, sem conseguir comer”.

Erick recorda que também veio da extrema pobreza, “e sei como funciona isso. Se está ruim para o empresário, imagina para o funcionário. Artista não quer viver de ajuda, ele deseja apenas viver da sua arte. E se não fossem as artes cênicas, o setor audiovisual estaria como boa parte da população, ou seja, estaria ainda mais em depressão por conta da instabilidade que estamos vivendo”, lamenta.

Sobre projetos futuros

Erick Ricarte ressalta que neste momento está focado em suas redes sociais, fazendo alguns publiposts. “Mas estou querendo lançar minha própria marca, que será algo voltado para os gordinhos. O público obeso sofre muito ao ir à uma loja e não achar a roupa do seu tamanho, o que chega a ser algo constrangedor. Mas, estou formatando a ideia para já começar a aplicar no primeiro semestre de 2021”. 

Sobre suas aparições na telinha, ele conta que só volta “se o convite for muito bom. Além disso, já estou negociando a minha volta como colunista social em um badalado portal do nordeste. Em breve conto tudo, afinal, como mesmo digo: #aguardemcartas”, finaliza.

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